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Policial Paraíba

Delegada suspeita de cobrar propina continua presa, após STJ rejeitar habeas corpus

Prisão foi realizada durante Operação Cara de Pau, deflagrada pelo MPPB, no dia 22 de abril, junto com um escrivão, em Alagoa Grande

11/10/2021 18h01 Atualizada há 1 semana
Por: João Luis Gomes Fausto Fonte: Paraíba Já
Créditos: Reprodução
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A delegada Maria Soledade, investigada por cobrar propina para liberar presos, teve habeas corpus negado pelo ministro Olindo Menezes, do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e permanecerá presa.

 

A delegada foi presa na Operação Cara de Pau, deflagrada pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB), no dia 22 de abril, junto com um escrivão, em Alagoa Grande. Os dois são suspeitos de tentar obter vantagens ilícitas por meio de extorsão.

 

A defesa além de argumentar que a prisão já permanece por mais de 120 dias, ela também alega constrangimento ilegal em razão do excesso de prazo para a formação da culpa, uma vez que, até o último dia 6 deste mês não havia denúncia recebida ou rejeitada.

 

A prisão se deu após denúncia de um servidor público federal que estava sendo extorquido pelos dois investigados. A delegada e o escrivão estariam exigindo dinheiro para beneficiá-lo em um procedimento policial que apurava um ato cometido pelo denunciante. Foi exigido R$ 5 mil. A metade foi paga e, com autorização judicial, o Ncap e o Gaeco monitoraram o segundo pagamento, prendendo os acusados em flagrante.

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